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Boriola Consultoria

Cidadão: “O inimigo do Poder”
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Para o Governo, o seu inimigo nº 1 é o cidadão, como evidenciam as políticas públicas, que nem subsidiariamente contemplam as pessoas. Como face da mesma moeda, a postura cívica, mais temida pela classe política e pela alta administração pública, é o exercício da cidadania!

Na proteção do próprio poder, e de suas satrapias, aliam-se os três níveis de governo, a classe política e a alta administração pública, em franca “conspirata” contra o cidadão, que nunca é ouvido e sempre paga a conta dos abusos do poder.

A receita dos tiranos da nação é a “ditadura do controle social”, que mantém as pessoas como náufragos, para que não exerçam os seus direitos e possam ser exploradas e escravizadas.

O pacote de “controle social” é receita internacional do Instituto Tavistock de Londres, que consiste em políticas públicas, ditas pluralistas, e no regramento excessivo, que impede as pessoas de pensar, em razão da louca gincana, que lhes é imposta, pelo poder público.

Não é mera coincidência o rodízio de veículos de Teerã e São Paulo, nem os 20 pontos na carteira de motorista e as ciclovias de São Paulo e Buenos Aires. O “sonho dourado” dos tiranos do controle social, dos Detrans e Cets, é implantar o Chip automotivo e os pedágios urbanos: daí para o chip intradérmico é um pulo. O objetivo é o controle social do inimigo: o cidadão.

Política é a decisão do que fazer, por quem tem o poder necessário. É por isso que não existem Políticas de segurança, saúde e educação. Porque o interesse do governo é que as pessoas se preocupem, apenas, com essas necessidades e deixem o poder público em paz!
Para o poder real, os náufragos da cidadania só podem almejar a sobrevivência, escapou disso, passa a ser o terrível exercício da cidadania, implacável contra os tiranos.

O regime político brasileiro é a ditadura do controle social, imposta pela carência absoluta das necessidades básicas, pelo regramento excessivo, pelo confisco tributário, pelo trânsito opressivo, pela violência, pela conivência de autoridades com o crime organizado, pelo cerceamento à privacidade, ao ir e vir e à própria vida, pelo desarmamento das pessoas de bem e etc.

Esse famigerado controle social mantém a Nação Brasileira artificialmente na miséria, apartada da riqueza do seu território e subserviente aos interesses transnacionais.

Se os mecanismos políticoinstitucionais não fossem deformados e portanto inadequados para a democracia, a política partidária seria o caminho para o exercício da cidadania, mas as suas distorções inviabilizam essa opção.

Os mecanismos políticos vigentes, por distorcerem a representatividade, só se prestam à manutenção da classe político – administrativa no poder e à consequente escravização da Nação.

Como o único caminho possível é o exercício individual e coletivo da cidadania, resta às pessoas a oposição sistemática às medidas de controle social, implementadas pelos ditadores de plantão.

É isso ou a escravidão.

Cláudio Boriola, consultor financeiro, palestrante, especialista em economia doméstica e direitos do consumidor. Autor dos livros: Paz, Saúde e Crédito; Práticas da Negociação; De Um tostão a Um Milhão e do Projeto para inclusão da disciplina "Educação Financeira nas Escolas brasileiras".